Soirée Casamenteira
Está a chegar a soirée casamenteira. É sempre uma boa desculpa para comprar um vestido novo, não é? Confessem lá...
Estou na dúvida. Que me dizem? Qual me ficará melhor?


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Está a chegar a soirée casamenteira. É sempre uma boa desculpa para comprar um vestido novo, não é? Confessem lá...
Estou na dúvida. Que me dizem? Qual me ficará melhor?


Uma das minhas viagens de sonho é ir um dia ao Dubai. Visitar aquele país deve ser algo extraordinário... A capital do Dubai, uma cidade com o mesmo nome do país, tem, segundo o que já pesquisei, os edifícios mais malucos e estranhos que se possam imaginar, concentrados no mesmo local, mas Doha, ou Abu Dhabi também deverão merecer visita obrigatória, pelas mesmas razões, mas em menor escala.
Um dos grandes problemas do país será a uestão dos preços, incomportáveis para o mais comum dos mortais. Quanto ao conteúdo da mala, um aspeto sempre importante, a aposta deverá de ser por levar calças e vestidos longos, por uma questão de respeito cultural.
Seja como for, já me disseram que não falta na rua, principalmente na capital, quem use vestidos curtos e calções sem nenhum problema, até porque se trata de uma cidade moderna e virada para o turismo. Os moradores, maioritariamente árabes, são afáveis e bem dispostos e tolerantes relativamente aos estrangeiros, num país com duas realidades distintas; O Dubai do petróleo, da arquitetura moderna e da exuberância e o Dubai da tradição, do rio, da pesca, dos mercados de rua e da agricultura. Qual é a tua viagem de sonho?
Mia Mode

Preciso de comprar uma máquina nova de café, mas, confesso, estou indecisa...


Na caixa de correio que acumula a correspondência que alimenta os meus sonhos, é normal cairem convites algo estranhos e inusitados, ditados pelo modo como a imaginação se esforça e se atira para o chão para, de algum modo, dar resposta a um anseio que só não é saudável se for reprimido. Para o mais recente, chamado Halloween, estou a deixar-me inspirar por algo deste género...


No último fim-de-semana tivemos a oportunidade de assistir a um evento no nosso país, apenas comparável à passagem pelo nosso planeta de um daqueles cometas com nomes de código com números e letras que dão um jeitaço a quem tem pouca imaginação a escolher passwords e que, de tempos a tempos, tornam-se protagonistas de abertura de telejornais e deixam a malta da astronomia, e não só, com calafrios no peito e cócegas em locais que agora não importa certamente especificar e, muito menos, tentar adivinhar.
Já agora, e fazendo um parentêsis, sempre achei o pessoal da astronomia e do espaço um bocado estranho, confesso. Principalmente desde que namorei com um fulano que era estudante de um curso da área e que, nos seus momentos de gabarolice extrema, que um belo par de olhos castanhos ampliava e quase que conseguia convencer, tinha a mania de se gabar que, só com um dedo, era capaz de me levar a galáxias distantes. Uma ou outra vez confesso que lá fiz de conta que ele estava a ser bem sucedido na sua espinhosa tarefa, mas a verdade é que tudo não passou de uma barrigada de publicidade enganosa. Como os cometas, se calhar... Dizem que têm tesouros escondidos, que está neles a salvação energética do futuro do nosso planeta, mas se calhar não passam de bolas incandescentes de poeira cósmica inconsequente.
Adiante... Voltando ao que interessa, infelizmente não fui convidada para o cagamento real, mas em sonhos estive lá, bem presente e até fui protagonista, como seria de esperar, ou não estivesse num sonho, da animação pós jantar. Nesse sonho bastante estranho, diga-se, vestia algo parecido com isto... E tu, se tivesses sido convidada, que look usarias?



Às vezes, no silencioso sufoco da conturbada e estranha contemporaneidade que nos tem vindo a oferecer ultimamente, dia após dia, insaciavelmente, um lamentável espetáculo de selvajaria, destruição, egoísmo e caos, torna-se imperioso enveredar por uma espécie de fuga para a frente, no momento de sair à rua e decidir qual a melhor máscara que nos poderá ajudar a disfarçar as mágoas que nos atormentam e pelas quais não conseguimos sentir qualquer desdém. Hoje foi isso e isto que me inspirou quando abri, de par em par, o meu cada vez mais antiquado closet...

Queimaram as fichas todas, mas quando se ganha à rasquinha, sabe muito melhor...

I usually hate them... And you?

Hoje resolvi sair da minha caixa, da zona de conforto... What About?

A azáfama dos dias é para ser vivida sem que os contratempos, as desilusões, as responsabilidades, os dramas profissionais, a angústia das decisões difíceis e o prazer dos projetos concretizados se sobreponham a um bem que deve ser sempre maior do que tudo isso... A preservação da tua auto estima interior e exterior e a certeza de que, mesmo sozinha, és capaz de enfrentar o mundo inteiro, mesmo naqueles dias em que ninguém parece querer apostar em ti!

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